sábado, 4 de outubro de 2008

Algumas discussões que o projeto propõe:

Porquê (DIVIDIR) descentralizar o CONHECIMENTO?

Algumas crises modernas de identidade acabam por individualizar práticas e fórmulas de ferramentas que ao invés de facilitar a vida humana, como a proposta da maioria dos projetos de artefatos pós-modernos, segregam e centralizam conhecimento.
O que podem remeter a conclusões erradas de condutas de vida. Para praticar a AÇÃO, é indispensável a contribuição alheia nem que seja no campo das idéias. Pois a demanda não significa consumo, e é nessa área que estão as distorções e juízos criados em certas características das sociedades urbanocratas. Cremos que a discussão das idéias levam a um aperfeiçoamento delas próprias, pensando inclusive no campo psicanalítico de externalização de pensamentos humanos.

Qual o motivo da sublimação do "pensar popular" por certos veículos de comunicação? Estariam provando a tentativa errônea de grupos de opressão de controle de massas do esquecimento do papel individual na diminuição de impactos? Buscamos integrar centros de informações de distintas áreas, e incentivar a conclusão individual. Pois sós pensamos sobre o que aprendemos para aplicar em comunidade.

Sobre a excessiva contratualização das atividades sociais:
Nesse tempo, estabeleceram-se rígidas regras de convívio institucionais para uma tentativa de normatização da sociedade. Regras que com a transnacionalização e acúmulo excessivo de capital são aplicadas de maneira desigual.
Visto que o descontrole causa animosidades, o ser humano se justifica nas regras e não percebe que os interesses devem ser canalizados, já que não é possível que o indivíduo aplique todas as suas vontades individuais e instintos sobrepondo-se a vontades externas. Pois como já provado de maneira empírica por construções sociais a individualização prejudica o respeito e o equilíbrio de ações humanas e o Bioma Universal. A comunidade servida promove o desenvolvimento conjunto das habilidades e idéias humanas, desde que se estabeleçam relações justas de convivência.

A normatização deveria ser vista como um adianto na organização Internacional dos povos, pois tem como ideal, o próprio direito internacional, que deve ser desenvolvido de maneira a aplicar regras uniformes de respeito mútuo? Então por que não as evoluímos? Como praticar uma evolução justa sem desrespeitar os direitos individuais conquistados pelo homem? Para responder essa pergunta propomos a criação de Mesas de Discussão. E fóruns de debate.

(Por D.)

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